Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2022

Rosa Candida

Sabe uma história comum, com pessoas comuns, com fatos que poderiam ser do cotidiano de qualquer um de nós? Pois é, Rosa Candida é assim, mas que por magia, a autora conseguiu transformar o comum em algo valioso, que prende a atenção, que nos envolve e nos faz querer ver cada vez mais dos personagens. Isso nos provoca  uma sensação de perda  ao terminar a leitura, nos provoca saudades, como se cada personagem fosse parte de nossas vidas. O jovem Lobbi, após perder sua mãe em um trágico acidente, parece não conseguir se recuperar desta tragédia. E, para completar, algumas horas de sexo sem compromisso com uma mulher resulta em uma filha de nome Flóra Sól, que Lobbi parece não ter nenhuma familiaridade. Após juntar dinheiro o suficiente para uma longa jornada planejada há tempos, ele parte para um país cujo nome não é citado pela autora, com a finalidade de cuidar de um jardim de rosas em um monastério. Um jardim que, assim como Lobbi, está completamente devastado. No entanto, as m

Porque um novo ano sempre nos traz a sensação de múltiplas possibilidades?

  Todo o final e inicio de um novo ano é sempre a mesma coisa. A TV nos mostra os incontáveis gurus abrindo seus Tarôs, jogando búzios, videntes desvendando boas e más notícias. As retrospectivas televisivas, impressas e digitais parecem um festival de tragédias que nos levam a querer que um ano se vá e o outro chegue logo. No campo pessoal a lista começa com regimes impossíveis, metas de leitura inatingíveis, viagens dos sonhos que sempre ficam apenas neste patamar, isso sem contar as pessoas que acreditam em metas como “arrumar uma esposa/marido”, “conseguir um namorado perfeito, tipo Rodrigo Hilbert” e “o emprego dos sonhos”, que nem as pessoas mais ricas e bem colocadas têm.   Porque boicotamos nossos planos?   Estudo do Statistic Brain Research Institute mostra que 50% das pessoas que elaboram planos já desistiram deles ao final do mês de janeiro. Na maioria das vezes, esta desistência se deve a planos irreais, completamente fora da realidade da pessoa ou então pela a