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Mostrando postagens de Maio, 2013

Filha da Floresta

Título: Filha da Floresta Coleção: Trilogia Sevenwaters, v1 Autor:   Juliet Marillier Tradutor:   Yma Vick Editora: Butterfly Ano de Lançamento:  2012 Número de páginas:  608 Avaliação do Prosa Mágica: 7(*) Este será um post um pouquinho diferente, na verdade bastante. Eu tenho uma relação quase espiritual com os livros que leio. É claro que há aqueles que eu não gosto e deixo de lado, mas eu tenho “faro” para bons livros. Estabeleço dois tipos de relação com os livros: Totalmente emocional, ou seja, quando eu falar sobre ele não haverá grandes discursos teóricos; Há também aqueles em que mesclo a emoção com a razão. Para eles as resenhas são mais detalhadas. Filha da Floresta, de Juliet Mariller é um dos livros que pertencem a primeira categoria, o que significa que é muito difícil falar sobre eles sem uma carga de emoção forte. Além disso, Juliet Mariller consegue fazer uma trama que nos impossibilita uma análise detalhada já que, expor est

A Filha da Feiticeira

Título: A Filha da Feiticeira Autor:   Paula Brackston Tradutor:   Fal Azevedo Editora: Bertrand Brasil Ano de Lançamento:  2013 Número de páginas:  448 Avaliação do Prosa Mágica: 9 Às vezes, escolher um livro pela capa nos traz agradáveis surpresas. Quando eu vi a Filha da Feiticeira nas livrarias fiquei encantada com a simplicidade e ao mesmo tempo comunicabilidade da escolha da capa. No entanto, como dificilmente eu faço uma compra na hora, o nome ficou arquivado. Outro dia, uma amiga me indicou uma série de livros focados no assunto magia e dentre eles estava A Filha da Feiticeira. Foi a senha para que eu comprasse o livro. A trama transcorre entre 1627 e 2007, e conta a saga Elizabeth Anne Hawksmith, uma adolescente que foi introduzida no mundo da magia pelo mago Gideon e que passou o resto de seus dias, perseguida por ele. Ele a desejava como companheira, como a feiticeira que dividiria os poderes com as artes do mal. Elizabet

Aniversário do Prosa Mágica

Queridos leitores. Este mês, Prosa Mágica completa 5 anos de existência com este nome, e 7 com o nome antigo que era Legi Signo. Ele foi mudando ao longo dos anos, foi se focando cada vez mais em literatura, no entanto a informalidade do bate papo continua. Quando eu comecei a fazer blogs em 2006, meu único desejo era encontrar uma nova ferramenta de ensino-aprendizagem para meus alunos dos Cursos de Redação Publicitária e Teoria da Comunicação. E sabe o que é mais engraçado: - a faculdade em que eu dava aulas fechou exatamente no semestre que eu aplicaria esta nova metodologia. Fiquei sem meus queridos alunos e acabei adotando um blog. Se você quer trabalhar direito com blogs saiba de antemão que é extremamente trabalhoso mantê-los. Você cria uma audiência, e com ela a responsabilidade de mantê-lo sempre atualizado, com bons textos e modernizá-lo sempre que o provedor apresentar novas plataformas. Ao longo destes sete anos fiz muitas mudanças, muitos acertos, alguns erro

A Princesa do Baile da Meia-Noite

Por algum motivo desconhecido, A Princesa do Baile da Meia-noite foi classificado como romance juvenil, quando na verdade o livro pode e deve ser lido por crianças. Jéssica Day George , uma premiada autora americana de livro para crianças e adolescentes produziu nesta obra um romance fluido, leve e envolvente ao estilo dos contos reunidos pelos irmãos Grimm. A Princesa do Baile da Meia-noite faz parte da série “The Princesses of Westfalin” que ainda não foi publicada completa no Brasil. Como o livro é uma fábula, com direito ao “Era uma vez” o envolvimento com o leitor é imediato, mas não há nenhum outro comprometimento além desse: - Contar uma história. Na trama, a ação começa com o soldado Galen voltando da guerra. No caminho, ele encontra uma velha senhora que ele ajuda. Em agradecimento a velha lhe oferece objetos  mágicos de presente. Ele precisará destes itens em um futuro próximo. Galém não vê sentido no que a velha diz, mas tudo comela a fazer sentido quando ele d

O Brasileiro não lê literatura brasileira – Parte 1

(Não é um tratado, ou uma tese. Apenas ideias a serem debatidas) Decidi trazer um pouco dos assuntos que rolam nas redes sociais para o blog por que tem muita coisa que é mal falada e pensada. Então, sempre que possível vamos abrir uma discussão aqui no Prosa Mágica. O que não significa que seremos os felizes detentores da pedra filosofal, mas tentarei lançar alguma luz para debates. Estou cansada de ler que “o brasileiro não lê literatura brasileira”, mas não vejo ninguém se aventurando a dizer o porquê, que alias é sempre a pergunta mais importante. Ok? Vamos começar pelo índice de leitura no país: 4 livros por ano (Uma média, publicada em 2007), sendo que apenas 2,1 livros são lidos até o final. Se compararmos a alguns índices mundiais isso se torna ínfimo. 10 livros nos Estados Unidos, 15 na França, 10 na Coreia de Sul e no Japão. Estamos muitíssimo atrás destes países. De onde vem esta falta enorme de interesse pelos livros? - Será que é por que somos o