Pular para o conteúdo principal

Lá e de volta ao blog

Foto: Filme O Hobbit

Inspirada no Hobbit, de J.R.R.Tolkien, intitulo meu post de retorno. Parece mais uma brincadeira ficar tanto tempo longe do blog tendo tanto a falar. Mas como a jornada de Bilbo Bolseiro, muitas vezes a aventura nos tira de nosso conforto, nos põe em perigos, nos calcina com seu fogo e nos devolve totalmente transformados.
É desta forma que me sinto ao retomar o blog Prosa Mágica. Vinda de uma longa jornada que não passou nem de longe por Valfenda, mas que me manteve dentro das ruínas de Mordor por longos meses, cuja única luz me foi presenteada pelos livros que li.
Não se preocupem, queridos leitores, esta blogueira não foi atingida por nenhum pela espada de nenhum necromante, mas a mente foi obscurecida pelo massacre do cotidiano, que no final das contas me ensinou muito.
Li bem menos do que desejava, mas em sua maioria bons livros, cujas resenhas escritas tempos depois da leitura publicarei aqui. Ernest Hemingway, Lucinda Riley, Haruki Murakami, Agatha Christie, Adriano Calson dentre outros me fizeram companhia durante minha jornada.
Nas próximas semanas publicarei estas resenhas, com o compromisso de publicar o que está na lista de leituras como “A Amizade no Senhor dos Anéis”, “Silmarillion” etc.
Então, bem vindo de volta a minha Terra Média de leituras.

Comentários

  1. A Soraya viaja nos livros, sonhos e fantasias. As resenhas são pitacos e oassagens rumo ao grande caminho: obras e conhecimento

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Obrigada, seu comentário é muito importante.
- Se quiser que eu faça contato mande um e-mail para prosa.magica@gmail.com
- Eu gosto de responder a todos os comentários. Assine os comentários do blog para ver o seu.

ATENÇÃO: Não publicarei links ou publicidade na área de comentários.
Obrigada pela participação.

Postagens mais visitadas deste blog

A princesa dos olhos tristes

Se vocês me permitem um pequeno comentário intimo, há uma “mania” na família de minha mãe de colocar nome de princesas nas filhas. Naturalmente começou com a minha, que me batizou de Soraya (em homenagem a princesa da Pérsia, Soraya Esfandiary Bakhtiari), depois minha prima batizou sua filha de Caroline (Homenagem a filha da belíssima Grace Kelly, rainha de Mônaco) e alguns anos depois, meus tios colocaram o nome de Anne (princesa da Grã Bretanha), em minha prima. Então é fácil imaginar que vivemos em clima de “família real” boa parte de nossa infância e adolescência. Mas, de todas as histórias reais, a que mais me intriga e fascina é a da princesa da Pérsia, por ter sido uma história de amor com final infeliz, mas não trágico. Soraya foi a esposa e rainha consorte de Mohammad Reza Pahlavi, Xá da Pérsia. Conheceram-se na França, na época em que Soraya fazia um curso de boas maneiras em uma escola Suíça. Logo ela recebeu um anel de noivado com um diamante de 22,37 quilates. O casamento

Setembro

Autor:   Rosamund Pilcher Tradução: Angela Nascimento Machado Editora:  Bertrand Brasil Número de páginas: 462 Ano de Lançamento: 1990 Avaliação do Prosa Mágica:   10                         É uma história extremamente envolvente e humana que traça a vida de uma dúzia de personagens. A trama se passa na Escócia, e acontece entre os meses de maio a setembro, tendo como pano de fundo uma festa de aniversário que acontecerá em grande estilo. Violet, que me parece ser a própria Rosamund, costura a relação entre as famílias que fazem parte deste romance. Com destreza e delicadeza, a autora   nos conta o cotidiano destas famílias, coisas comuns como comer, fazer compras, tricô, jardinagem. Problemas pessoais como a necessidade de um trabalho para complementar a   renda e outras preocupações do cotidiano que surpreendem pela beleza que são apresentadas. É um livro em camadas, que pode ser avaliado sobre vários aspectos que se complementam. Pandora, por exemplo, é o

Inferno

Autor:  Dan Brown Tradutor: Fabiano Morais e Fernanda Abreu Editora:  Arqueiro Número de páginas:  448 Ano de Lançamento:  2013 (EUA) Avaliação do Prosa Mágica:   9                               Gênio ou Louco? Você termina a leitura de Inferno e continua sem uma resposta para esta pergunta. Dan Brown nos engana, muito, de uma maneira descarada, sem dó de seu leitor, sem nenhuma piedade por sua alma. O autor passa praticamente metade do livro te enganando. Você se sente traído quando descobre tudo, se sente usado, irritado, revoltado. Que é esse Dan Brown que escreveu Inferno??? Nas primeiras duzentas páginas não parece ser o mesmo que escreveu brilhantemente Símbolo Perdido e Código D’Vince.  Mapa do Inferno. Botticelli. Então, quando você descobre que está sendo enganado, assim como o brilhante Robert Langdon, a sua opinião vai se transformando lentamente, e passa de pura revolta a admiração. É genial a manipulação que Dan Brown consegue fazer c

Seguidores