Na década de 70 uma campanha publicitária balançou o Brasil, ela pedia para que as pessoas se mexessem. Era um convite ao exercício físico. O país, aos poucos, foi se conscientizando da necessidade de sair do sedentarismo e usufruir dos benefícios que a atividade física proporciona. Hoje, mais do que nunca, precisamos retomar a campanha, mas desta vez o “mexer-se” fica por conta do cérebro. Até a década de 2010, mais ou menos, o QI das pessoas vinha em pleno crescimento. O cérebro era estimulado por uma série de fatores que passavam pela saúde, pelo crescimento das oportunidades de estudo e também pela interação que tinham com familiares e amigos. Nosso cérebro tinha exercício diário para se desenvolver. Então veio o smartphone e uma determinada rede social, e aos poucos outras tomaram conta do nosso dia a dia. Trocamos a leitura de algumas páginas, por um rolar incessante da tela do celular. Lemos qualquer coisa em qualquer perfil, e nos esquecemos de ler as sessões de opi...
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